Estudo sobre possível DNA extraterrestre em humanos volta chamar atenção nas redes e aqui está tudo o que se sabe
Um dos estudos mais comentados do universo ufológico no fim de 2025 voltou a ganhar destaque nas redes sociais nos últimos dias. A pesquisa, conduzida por Max Rempel, apresentou a
Um dos estudos mais comentados do universo ufológico no fim de 2025 voltou a ganhar destaque nas redes sociais nos últimos dias. A pesquisa, conduzida por Max Rempel, apresentou a hipótese de que inteligências extraterrestres poderiam ter realizado alterações genéticas em seres humanos.
Na época, o levantamento chamou atenção por analisar tanto pessoas consideradas comuns quanto indivíduos que afirmavam ter vivido experiências de contato extraterrestre e abdução.
Segundo Rempel, os resultados identificaram padrões genéticos considerados incomuns em algumas famílias analisadas. Além disso, o estudo apontou sequências de DNA que não correspondiam diretamente à herança genética dos pais biológicos.
Pesquisa analisou centenas de famílias
O estudo utilizou dados do 1.000 Genomes Project e avaliou 581 famílias. Durante as análises, Rempel identificou grandes sequências genéticas em 11 dessas famílias. Segundo o pesquisador, o levantamento encontrou 348 variantes genéticas não parentais.
Outro detalhe que chamou atenção envolveu crianças nascidas antes de 1990. De acordo com o estudo, algumas alterações apareceram décadas antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de edição genética, como o CRISPR, apresentado oficialmente apenas em 2013.
Pessoas que relataram abdução também participaram das análises
Além dos bancos públicos de DNA, o pesquisador também avaliou exames genéticos da plataforma 23andMe pertencentes a pessoas que afirmavam ter vivido experiências extraterrestres. Segundo Rempel, algumas famílias apresentaram padrões genéticos considerados diferentes do comportamento tradicional observado em outros grupos analisados.
Na época, o pesquisador destacou que os métodos comerciais atuais ainda possuem limitações importantes. Por isso, ele defendeu o uso do sequenciamento completo do genoma humano para futuras análises mais detalhadas.
“Muitos bancos de dados públicos contêm células cultivadas, que podem gerar mudanças no genoma. Por isso, não podemos tratar esses resultados como prova”, afirmou o pesquisador durante a divulgação do estudo.
Pesquisa repercutiu entre estudiosos da ufologia
Linhas de pesquisa acompanhadas pela Dakila Pesquisas, criada por Urandir Fernandes de Oliveira, observam há anos temas relacionados à genética, consciência humana e possíveis influências extraterrestres sobre a humanidade.
Dentro dessa visão, civilizações avançadas poderiam interagir com a Terra há milhares de anos, inclusive participando de processos ligados à evolução humana.
Além disso, a pesquisa de Rempel também mencionou a possibilidade de algumas alterações genéticas estarem relacionadas ao desenvolvimento de habilidades incomuns, como percepção ampliada e telepatia.
Estudo continua circulando em comunidades ufológicas
Mesmo meses após sua divulgação original, o estudo segue circulando entre páginas, fóruns e grupos ligados à ufologia ao redor do mundo.
Com mais de três décadas de atuação em áreas como biologia molecular, genômica, biofísica e engenharia biomédica, Rempel afirmou que a pesquisa buscava compreender melhor possíveis conexões entre genética humana e inteligência extraterrestre.
Na época, uma das declarações do pesquisador chamou atenção dentro das comunidades ufológicas: “Precisamos refletir sobre quanta hibridização alienígena é saudável para o planeta e quais raças extraterrestres priorizar”.
